Mulheres transexuais sofrem com preconceitos em dobro

Com mais de 600 assassinatos entre 2008 e 2014, o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, segundo pesquisa da organização não governamental (ONG) Transgender Europe (TGEU), rede europeia de organizações que apoiam os direitos da população transgênero.

Elas, que em muitas das vezes se reconhecem como mulheres desde a infância, enfrentamdificuldades na família, na escola e no mercado de trabalho para assumir a identidade feminina, que vão desde a violência até o não reconhecimento dos seus direitos de cidadãs.