Em Buenos Aires, presidente do Sindicato dos Calçadistas de Jaú troca experiências com sindicalistas brasileiros, argentinos e mexicanos

Conjuntura econômica do setor vestuário na América Latina e retrocessos trabalhistas são pauta do curso sindical

 

Por: Redação STICJ, com informações da Redação CNTR e Sheila F. Fernandes (Instituto Observatório Social)

 

Teve início nesta terça-feira, dia 9 de maio, na cidade de Buenos Aires, na Argentina, o primeiro módulo do curso de formação sindical do Projeto “Ação Frente às Multinacionais na América Latina”, desenvolvido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em parceria com o Instituto Observatório Social (IOS), com o apoio da central sindical alemã DGB BW.

Participam do curso representantes dos setores metalúrgico, químico, vestuário e construção do Brasil, México e Argentina.  Miro Jacintho, presidente do Sindicato dos Calçadistas de Jaú, integra a delegação do Ramo Vestuário da CUT, que conta ainda com  Cida Trajano, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores/as do Ramo Vestuário da CUT, e Raimundo Jerônimo, presidente do Sindicato dos Têxteis do Ceará.

“Para mim é uma honra representar os trabalhadores brasileiros no setor de calçados neste curso. A troca de experiências e o conhecimento da realidade de cada país participante é fundamental para combatermos os retrocessos e fortalecer nossa luta em defesa dos direitos no Brasil”, afirma Jacintho.

O curso

A atividade vai até quinta-feira, dia 11 de maio. Nesta quarta, 9, os cursistas discutiram estratégias sindicais diante o atual quadro de crise econômica, retrocessos políticos e precarização do trabalho na região. As reformas brasileiras estão na pauta do percurso formativo.

Durante abertura do evento, que acontece na sede na Union Obrera Metalurgica, Cida Trajano, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Vestuário (CNTRV), que no ato representou também a CUT Brasil, falou da difícil conjuntura brasileira que exige dos dirigentes, tanto da CUT como das outras centrais, um empenho muito grande. “Estamos nos preparando para ir a Brasília acompanhar esta nova fase de votações das reformas da Previdência Social e trabalhista”, disse. “Neste momento precisamos mostrar nossa força, até porque se fosse um governo legítimo, teria chamado os setores da sociedade para discutir as reformas”.

 

 

 

 

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