Reforma Trabalhista precariza as condições de trabalho

Confira os principais pontos da medi­da que o governo golpista quer impor

 

A proposta de reforma Trabalhista precariza as condições de traba­lho e ignora temas da saúde ao liberar mulheres grávidas em condições insalubres e estabelecer que a vida de um trabalhador vale mais que a de outro que ganha menos, em caso de indenização. Confira os principais pontos da medi­da.

“As medidas representam uma série de absurdos para desmontar os nossos direitos. A reforma Trabalhista e a ter­ceirização irrestrita juntas rasgam a CLT e retiram conquistas históricas da classe trabalhadora”, explicou o secretário-geral e presidente eleito do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, o Wagnão.

A reforma Trabalhista começou a ser discutida ontem pela Comissão de As­suntos Sociais do Senado, a CAS, após ter sido aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos, a CAE, no dia 6.

O relator das duas comissões é Ricardo Ferraço, do PSDB-ES, que deverá apresen­tar na terça-feira, dia 13, na CAS o mesmo relatório já aprovado na CAE. A votação está prevista para o dia 20. Se aprovada, segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, a CCJ, para ser votada em plenário.

A diretora eleita do Sindicato, Michelle Marques, ressaltou a gravidade dos ata­ques contra as mulheres.

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