Vitória dos trabalhadores: pressão faz Temer recuar e adiar votação da Previdência

“A nossa palavra de ordem continua a mesma: se botar pra votar, o Brasil vai parar”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas

 

A pressão do movimento sindical contra a aprovação da Reforma da Previdência obrigou o governo a recuar e retirar da pauta da Câmara dos Deputados a nova proposta de desmonte da aposentadoria, que deveria ser colocada em votação no próximo dia 6.

A mobilização é fundamental para pressionar os deputados, a maioria, de olho na reeleição de 2018, acrescenta Vagner Freitas, presidente da CUT,  que alerta: “O governo Temer continua trabalhando para conseguir os 308 votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência, medida rejeitada por 85% dos brasileiros, como apontou a última pesquisa CUT-Vox Populi, o que é inaceitável”.

Mesmo gastando mais de R$ 171 milhões em propaganda, fora os custos com os jantares para convencer deputados, o golpista e ilegítimo Michel Temer (PMDB-SP) não conseguiu a quantidade de votos favoráveis necessários para aprovar o fim da aposentaria, lembra Vagner. “As milhares de mobilizações que fizemos nos municípios, estados e aeroportos impediu que ele conseguisse os votos necessários para aprovar o fim da Previdência.”

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